Muitas empresas tentam controlar o que o funcionário faz ou diz (ou mesmo pode dizer),e suas relações dentro da organização. Porém o empregado tenta, através de suas experiências de vida e subjetividade, participar da "comunicação" organizacional, seja restrito a seu setor ou até mesmo com outros.
Acho que o desejo de "controle" da organização só é prejudicial, e acaba às vezes por deixar o funcionário temerário de fazer alguma coisa, de expressar uma opinião, tomar iniciativas ou mesmo torna o ambiente de trabalho desconfortável ao trabalhador, prejudicando muitas vezes seu rendimento.
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